Tralha grátis

Já falei de um destes grupos antes, mas agora trata-se de uma lista inteira.

Quem vai mudar de casa, recebeu um telemóvel novo de prenda mas tem um antigo que ainda funciona, tem um enxoval de bebé que não vai voltar a ser necessário ou tem livros a mais em casa pode colocar um anúncio a oferecê-los (vendas não são aceites) nos seguintes sites. Reutilizar é ainda melhor do que reciclar porque não gasta energia. Ao mesmo tempo, quem precisa de algo, pode tentar aqui antes de ir comprar algo novo:) Good hunting... ainda por cima vêm aí o Natal e o Ano Novo, alturas de grande circulação material:)

PodeFicarCom [link]


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FreeCycle.org - rede Portuguesa [link]


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dá_e_recebe_lx

[link] formou-se quando os criadores do Freecycle decidiram que o nome da rede era uma marca registada, o que ia contra a filosofia com que os gestores dos grupos Freecycle portugueses os geriam (e eu concordo... registar a marca de algo que é suposto ser uma rede de trocas de objectos usados para diminuir o consumismo? Paradoxal...). Tem tanta ou mais aciidade como o Freecycle e existe em outras localidades, cmo se pode descobrir fazendo uma busca na mailing list.

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BookCrossing Portugal [link] - o clássico bookcrossing, para pôr a circular livros. Tem pontos fixos de troca (p/ex. prateleiras de cafés que estão reservadas para isso) mas também se pode largar um livro ao acaso, com a respectiva etiqueta e n.º de identificação na rede bookcrosing colada no interior.

Se souberem de mais, avisem-me:)







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Tecnologia verde

http://www.vimrod.com/, Bard of Suburbia...eheheh
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citação

img:www.sandgrains.com

sabem quem escreveu

vamos falar de almas gémeas.

a alma gémea é como um grão de areia (imagina o Universo uma praia). não há uma especial, em detrimento das outras, porque tudo no Universo é especial. não há uma melhor do que as outras porque
tudo no Universo é perfeito. imagina que és um grão de areia numa praia. em que é que és diferente dos demais? tudo na criação divina é perfeito. nada está incompleto. cultiva a tua luz.
falta-te viver a tua vida. nada mais.
a felicidade é amor-próprio.

?


ela [link]
aqui [link]
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a pessoa certa (II)

Já repararam como os nossos gostos se tornam mais abrangentes conforme vamos crescendo? Quando somos pequenos não gostamos de sopa, depois vem a fase do não andar de calças ou usar roupa cor de rosa nem que nos matem, e mais tarde não lemos um certo jornal ou não vemos um certo canal de TV por princípio. Mas o círculo de aceitação vai-se alargando. Tenho a impressão, cada vez mais confirmada, que um dia acabamos por gostar de tudo - o que é preciso é que nos seja apresentado de forma certa [Isto faz-me lembrar que lá para o norte diz-se que todo o burro come palha, a questão é saber dar-lha, e que devo estar a falar mais ou menos do mesmo mas não no sentido em que se costuma aplicar o provérbio...eheh..).

Ninguém me faria passar mais de 2 minutos a ler poesia até que me emprestaram um livro de Pablo Neruda e agora tenho uma colecção de antologias poéticas na minha estante. O apocalipse nuclear não me faria comer favas até ao dia em que almocei salada de favas com tomate e queijo fresco temperada com oregãos em casa de uma amiga, e agora experimento receitas com elas. E nunca achei a mínima piada a anime (desenhos animados japoneses) até que dei de caras com a série ergo-proxy. Agora ando a perseguir tudo o que os seus autores já puseram neste mundo, e outros autores se seguirão.

Sinopse: ao descobrir que se aproximava a destruição do ecosistema terrestre, a humanidade criou 300 indivíduos de uma raça especial de seres: os proxy. impossibilitados de se reproduzirem por causa do impacto tóxico no seu corpo, os seres humanos precisam da presença de um proxy nas cidades-aquário em que vivem, para que a sua força vital faça funcionar as incubadoras artificiais onde os fetos se desenvolvem. Mas e se um proxy quiser ser apenas humano? Se escolher apagar da sua memória o seu papel de semi-deus e misturar-se com a multidão para experimentar o que é ser um cidadão?

A puxar bastante para o ambientalismo, com gráficos maravilhosos, música dos Monoral no genérico e dos Coldplay nos créditos finais. Estou convertida. Fica uma amostra:


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350



350 ppm (partes por milhão) de CO2 na atmosfera é o limite de segurança consensual entre a comunidade científica, a partir do qual as alterações climáticas provocadas pelo aquecimento global devido à presença de CO2 e outros gases de estufa poderão ser irreversíveis. Neste momento as medições mais actuais registam 387 ppm, portanto é urgente descer o nível de CO2 atmosférico.


O International Day of Climate Action - 24 de Outubro - é apenas mais uma iniciativa que faz com que o comum cidadão seja envolvido o movimento para parar o aquecimento global, de uma forma que seja divertida, na mesma onda que a The Fun Theory[link], que vem da Suécia? Propõe que a melhor maneira de motivar as pessoas a fazer algo para o seu bem ou para o bem do ambiente é torná-lo divertido. Vejam aqui [link] como ele pôs pessoas a preferir escadas convencionais a escadas rolantes transformando um lance num piano.


Portanto, quem quiser tirar fotografias de si próprio ou dos amigos com o número 350, em lugares de alguma maneira ligados ao aquecimento global: lixeiras, fjords, glaciares a derreter, praias tropicais que perderam área devido à subida das águas do mar, etc, e submetê-las em 350.org, candidata-se a ter a sua foto projectada em ecrãs gigantes na Times Square e na Sede das Nações Unidas em NY (como os muchachos da foto acima, que foi exemplarmente escolhida pelo Bioterra [link] para falar desta iniciativa). Para que serve? Para que os representantes das Nações Unidas vejam a quantidade de pessoas de todos os lugares do planeta que se deram ao trabalho de se desviar do seu caminho para pedir um objectivo definido: não apenas o "párem o aquecimento global" mas sim o "definam medidas para que as 350 ppm de CO2 não sejam ultrapassadas."




Talvez na sede das Nações Unidas não tenham consciência de quantas pessoas no planeta sabem realmente que é importante não ultrapassar as 350 ppm, talvez pensem que o mundo anda preocupado com o aquecimento global mas não o compreende bem e sente que não pode fazer nada em relação a isso. O movimento 350.org pretende mostrar que não.


Parece-me que já não vou a tempo de criar uma acção 350 na Terceira, apesar de irem decorrer algumas em Ponta Delgada. Em 350.org [link] podem encontrar o mapa de acções a decorrer no dia 24 de Outubro.Fica a referência:





- Plante uma planta endémica dos Açores - Acção Climática 350 [link]

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Mal me quer, bem me quer... estás a torturar a flor para quê, pá?!


Ocorreu-me que isto fosse um problema porque cada vez mais dou de caras com anúncios do género "find your green/environmentalist/zen/buddhist/earthloving soulmate" nos sites ambientais que costumo visitar. Comecei a pensar: mas estes sites vendem-se assim tão facilmente a agências de encontros online, ou a coisa está mesmo difícil? Será mesmo impossível construir uma vida a dois com alguém que não partilha a nossa compaixão pela humanidade, ou a nossa preocupação com o ambiente?

Bem, olhando à minha volta, não posso dizer que conheça uma única pessoa que viva por alguns destes valores 'holísticos' e que esteja numa relação com uma criatura consumista alienada do impacto das suas acções no ambiente e na humanidade. Ou já esteve e removeu-se disso, ou conseguiu sensibilizar o/a dito/a para uma nova aproximação à vida.

Posto isto, resolvi pesquisar porquê a inundação de sites para 'green matching' (GreenPassions, Care2, etc.) . Afinal há tanto consultório emocional online, o problema já devia ter sido abordado algures. E afinal deve mesmo ser um problema. Encontrei dezenas de artigos sobre isto, com explicações detalhadas do conflito que se gera entre pessoas que têm aproximações muito diferentes ao mundo, principalmente quando o 'diferente' diz respeito à atitude ambiental. E o problema também existe à escala empresarial: o livro «Greener Marketing» [link] de Martin Charter e Michael J. Polonsky explica que entre empresas com visões diferentes do que deve ser o impacto no meio ambiente «the environmentalist partner is likely to exit the relationship when the alliance no longer meets its ecological goals».

Ficam uns excertos dos resultados mais interessantes. E a conclusão geral que em caso de incompatibilidade comprovada, o melhor é de certeza não insistir. De qualquer maneira, o material vai ser reutilizado, o que é bastante ecológico;)

- Can You Survive a Relationship with a Partner Who Isn't Green? no planetgreen [link] . Eric Leech, o autor de uma coluna sobre saúde sexual e romance 'ecológico', que parece um rapaz sensível e com algum discernimento, explica como podem os comentários que normalmente já caem mal, do tipo "essa história do aquecimento global é uma lavagem cerebral à humanidade" podem ser clivantes numa relação.

- Incompatible Desires and the Less is Less Principle no blog dos membros da Wellsphere [link]. Um dos membros disserta sobre a sua experiência de recusar prendas, jantares e convites para actividades que vão contra os seus valores, e o impacto que isso tem na sua esfera de relações. Ou aceitar, e o impacto que isso tem em si propria ao sentir-se hipócrita. E conclui que o melhor mesmo é viver com menos: menos tralha e menos bagagem 'mental', mais tolerância, porque para cada ganho para um dos lados, é provável que haja uma perda para o outro.

- 'Green rage' putting relationships at risk na secção Life Expressions do OneIndia [link]. São citados dois ínquéritos feitos a uma pequena amostra de britãnicos, em que se descobre que 1 em cada 5 nem sequer considera uma relação com alguém que não tenha os mesmos 'standads ambientais'. E que provavelmente vai haver chatices no trabalho se os colegas deixarem os monitores em standby durante a noite ou imprimirem a torto e a direito. Ui!

- I Love You But You Love Meat - no NY Times [link]. Um artigo sobre pessoas que escolhem as suas dietas por motivos éticos - e é bom que as suas relações estejam na mesma sintonia, ou já eram. Curiosamente, há uma facção oposta que também se recusa a estabelecer relações próximas com quem não estiver disposto a acompanhá-los em todas as experiências gastronómicas. Não deixa de ser engraçada a visão de Anthony Bourdain, autor do livro "Kitchen Confidential": «vegetarians, and their Hezbollah-like splinter faction, the vegans ... are the enemy of everything good and decent in the human spirit». E eu a pensar que os vegetarianos eram os radicais! De que é que ele se queixa, não é como se lhe estivessem a tirar o pão da boca, não é...?

Até breve:)...ler tudo>>

Blog Action Day

Pronto. Para participar no Blog Action Day eu até venço a preguiça e reabro momentanemanete o blog para escrever sobre uma das pessoas que foi eleita pela Time Magazine "mais influente em termos ambientais em 2009". Não está na política, e nunca adivinhariam.
A Cameron Diaz, que ao que parece teve uma infância bem em contacto com a realidade citadina e poluída do cidadão comum e nada almofadada por qualquer tipo de estatuto de estrela, resolveu juntar-se à causa verde e tornar-se 'relações públicas' do planeta. Podem ler extensivamente sobre as suas iniciativas no artigo da Time [link], mas fica já aqui uma amostra: Cameron Diaz Saves The World!





Até breve:) Prometo que não volto a ficar tanto tempo sem escrever. Só se for porque estou a plantar àrvores ou a salvar baleias. Juro....ler tudo>>

Legislativas: Plataforma Transgénicos Fora analisa programas e campanhas eleitorais

fonte: www.stopogm.net




Omissão dos partidos a tema social controverso constitui risco para a democracia


A Plataforma analisou o programa eleitoral e acompanhou a campanha dos partidos com assento
parlamentar. Lamentavelmente, a maioria dos partidos omite a sua posição aos eleitores, naquele que é um tema cada vez mais discutido na Europa e no Mundo e que afecta todos os cidadãos, desde os produtores agrícolas até aos consumidores.
Apenas o Bloco de Esquerda e o Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) referem a sua posição nos programas eleitorais. PCP, PS, PSD e CDSPP parecem tentar evitar entrar no polémico debate sobre a utilização ou recusa de organismos geneticamente modificados (OGM).
O Bloco de Esquerda defende a aplicação de uma “MORATÓRIA SOBRE CULTURAS TRANSGÉNICAS” com vista a prevenir a contaminação. Já oito países europeus aplicaram moratórias ao cultivo comercial de transgénicos, tais como a França, Alemanha ou a Grécia. No seu “Manifesto Verde”, o PEV refere a sua oposição “ao cultivo de Organismos Geneticamente Modificados e a utilização de transgénicos na alimentação animal ou humana”.
A campanha eleitoral também pouco ou nada contribuiu para debater os OGM. A Plataforma apenas identificou dois momentos em que os transgénicos foram mencionados e sempre fora de um contexto informativo: uma menção de Paulo Portas no debate com Francisco Louçã e outra por Ricardo Araújo Pereira em entrevista a Francisco Louçã. Lamentavelmente, o dirigente do BE optou por não desenvolver o tema, perdendo-se a oportunidade de enriquecer o paupérrimo debate político sobre agricultura e direitos dos consumidores.
A Plataforma insta os partidos que não expressaram as suas posições a manifestarem se são a favor ou contra os transgénicos. A ausência de posição numa área onde se movimentam poderosos grupos económicos e onde a sociedade civil se divide, constitui um sério risco para as
instituições democráticas do país, que se tornam assim vulneráveis às teias de interesses e corrupção.
Em nome da democracia, apelamos aos nossos dirigentes políticos que dêem ao longo da legislatura a atenção e seriedade que a questão da aceitação ou recusa do cultivo e consumo de transgénicos merece.



Para mais informações:
Alexandra Azevedo: 936 464 658 ou 917 463 902
Gualter Barbas Baptista: 919 090 807
A Plataforma Transgénicos Fora é uma estrutura integrada por doze entidades nãogovernamentais da área do ambiente e agricultura (ARP, Aliança para a Defesa do Mundo Rural Português; ATTAC, Associação para a Taxação das Transacções Financeiras para a Ajuda ao Cidadão; CAMPO ABERTO, Associação de Defesa do Ambiente; CNA, Confederação Nacional da Agricultura; Colher para Semear, Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais; FAPAS, Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens; GAIA, Grupo de Acção e Intervenção Ambiental; GEOTA, Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente; LPN, Liga para a Protecção da Natureza; MPI, Movimento PróInformação para a Cidadania e Ambiente; QUERCUS, Associação Nacional de Conservação da Natureza; e SALVA, Associação de Produtores em Agricultura Biológica do Sul) e apoiada por dezenas de outras.




Para mais informações contactar info@stopogm.net ou www.stopogm.net
Mais de 10 mil cidadãos portugueses reiteraram já por escrito a sua oposição aos transgénicos.
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CINEECO 2008 em circulação

Do Festival de Cinema e Vídeo de Ambiente - CINEECO 2008 (Seia e Góias), ficam as dicas para algumas mais-ou-menos-curtas-metragens sobre ambiente. O festival anda agora em circulação e esta semana está uma Extensão na Terceira, depois de ter passado pela Guarda e Braga. Para saber se vai haver uma Extensão do festival na vossa zona, mantenham-se atentos à vossa agenda municipal - ou proponham vocês próprios uma Extensão. De entre muitos e muito interessantes, chamaram-me a atenção os seguintes e o nome de uma das categorias a concurso antropologia ambiental... As sinopses são as apresentadas a concurso:


Under Construction - Zhenchen Liu (França, 2008, 10 min)[link]
Sinopse> Os planificadores urbanos decidiram derrubar partes da antiga cidade de Xangai para renovar a cidade. Todos os anos mais de cem mil famílias são forçadas a abandonar as suas casas e a mudarem-se para edifícios nos limites da cidade. “Em Construção” é uma visão bi – e tri – dimensional das áreas habitacionais de Xangai, agora destruídas.

Emotions Market - Francisco Sousa, Vitor Pedrosa (Portugal, 2007, 10 min);
Saídos da mesma casa-mãe que eu, ou seja a Universidade Lusófona; site: [link]
Sinopse> Uma loja compra e vende sentimentos. Esses sentimentos são representados por rebuçados. Existem duas filas: uma para quem quer vender rebuçados, outra para quem quer comprar. Nessas filas existem vários tipos de pessoas: o velho que quer vender tristeza, o jovem obeso que quer comprar controle... Lúcio está na fila das vendas e quando chega a sua vez, tenta vender todos os seus sentimentos, colocando uma grande porção de rebuçados em cima da mesa. O empregado justifica que não está autorizado a vender um número tão elevado de sentimentos. No meio da discussão uma rapariga fica com todos os rebuçados de Lúcio, entregando um único sentimento em troca.


Deserts on the move - Europe - (Ingo Herbst, Alemanha, 50 min)
Sinopse > A maioria dos livros escolares continua a afirmar que a Europa não tem desertos. Estão desactualizados. Portugal, Espanha, Itália e Grécia são quatro países da UE tão afectados que aderiram já à Convenção das Nações Unidas para o combate à desertificação. Mas o problema não está limitado a estes quatro países. Bulgária, Hungria, Moldávia, Roménia e a Rússia também deram sinais de desertificação – e na Ucrânia 41% das terras agrícolas estão em risco de erosão. Em 2000, as Nações Unidas publicaram um relatório em que se declarava “as primeiras fases de séria degradação da terra estão a ser assinaladas em várias partes da Europa e 150 milhões de hectares estão em alto risco de erosão. A deterioração atingiu um nível crítico nos países do Mediterrâneo.”

Ribbon of Sand (John Grabowska, USA, 26 min)
Sinopse> Uma exaltação e uma elegia, Ribbon of Sand retrata uma fuga no Atlântico e nos Outer Banks da Carolina do Norte, ilhas destinadas a desaparecer.

The Great Adventure (Francisco Manso (Portugal, 2008, 52 min)
Sinopse > Nos dias de hoje, a pesca do bacalhau é, acima de tudo, um objecto cultural e memorial. Tema forte e muito expressivo de um certo imaginário português, sugere uma abordagem estética e exaltante, mas sobretudo didáctica e plural. Uma abordagem documental capaz de ser apreciada pelas gerações mais jovens de portugueses, pelas comunidades marítimas e emigrantes e por todo um público estrangeiro interessado nas grandes narrativas da vida marítima.
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eco-geek



O modelo wiki, bem conhecido através da Wikipédia mas também utilizado para muitas outras bases de dados colaborativas (i.e., para as quais qualquer pessoa pode contribuir com informação, como a WikiTravel) foi aplicado finalmente ao ambiente, através da criação da WikiaGreen [link] .

O papá é nem mais nem menos do que o criador da Wikipédia, Jimmy Wales [link], que declarou na apresentação do site que pensou seriamente em não levar o projecto adiante porque achou que ia acabar com um fórum cheio de discussões inflamadas sobre o aquecimento global, mas que acabou por fazê-lo porque, na sua maioria, "people are good". Go Jimmy!...ler tudo>>