Domingo, no Pavilhão Atlântico

2 comentários:

0.02 disse...

Em 1950, quando Mao pede à China para dar o "grande salto em frente", o Exército de Libertação Chinês ocupa Lassa, a capital do Tibete. Perante o silêncio internacional, os chineses iniciaram um "programa" de dizimação da cultura e sociedade tibetanas, sob o pretexto de ajudar os tibetanos a regressarem à pátria-mãe chinesa e de os libertar do "jugo do feudalismo".

A destruição da cultura do Tibete e a opressão do seu povo foi brutal nos anos seguintes ao levantamento nacional resultando na morte de 1.2 milhões de Tibetanos, ou seja, um quinto da população. Muitos outros foram presos ou deslocados para campos de trabalho. Foi levado a cabo um processo de destruição de mais de 6000 mosteiros, templos e outros edifícios históricos.

Rita disse...

Errr... obrigado pela lição de história. Acho que os habituais cá do sítio já conhecem essa realidade. Mas preferem focar-se no que podem fazer com os factos do presente em vez de remoerem amargamente naquilo que já não pode ser mudado. Como disse o nosso querido Dalai Lama: Se algo tem solução, está resolvido. Se não tem solução, está resolvido.
E outra coisa que ele disse foi que se a China não tivesse invadido o Tibete o Budismo nunca teria chegado a tantas pessoas. Põe isso na balança do Karma e pensa:)
Paz:)