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CINEECO 2008 em circulação

Do Festival de Cinema e Vídeo de Ambiente - CINEECO 2008 (Seia e Góias), ficam as dicas para algumas mais-ou-menos-curtas-metragens sobre ambiente. O festival anda agora em circulação e esta semana está uma Extensão na Terceira, depois de ter passado pela Guarda e Braga. Para saber se vai haver uma Extensão do festival na vossa zona, mantenham-se atentos à vossa agenda municipal - ou proponham vocês próprios uma Extensão. De entre muitos e muito interessantes, chamaram-me a atenção os seguintes e o nome de uma das categorias a concurso antropologia ambiental... As sinopses são as apresentadas a concurso:


Under Construction - Zhenchen Liu (França, 2008, 10 min)[link]
Sinopse> Os planificadores urbanos decidiram derrubar partes da antiga cidade de Xangai para renovar a cidade. Todos os anos mais de cem mil famílias são forçadas a abandonar as suas casas e a mudarem-se para edifícios nos limites da cidade. “Em Construção” é uma visão bi – e tri – dimensional das áreas habitacionais de Xangai, agora destruídas.

Emotions Market - Francisco Sousa, Vitor Pedrosa (Portugal, 2007, 10 min);
Saídos da mesma casa-mãe que eu, ou seja a Universidade Lusófona; site: [link]
Sinopse> Uma loja compra e vende sentimentos. Esses sentimentos são representados por rebuçados. Existem duas filas: uma para quem quer vender rebuçados, outra para quem quer comprar. Nessas filas existem vários tipos de pessoas: o velho que quer vender tristeza, o jovem obeso que quer comprar controle... Lúcio está na fila das vendas e quando chega a sua vez, tenta vender todos os seus sentimentos, colocando uma grande porção de rebuçados em cima da mesa. O empregado justifica que não está autorizado a vender um número tão elevado de sentimentos. No meio da discussão uma rapariga fica com todos os rebuçados de Lúcio, entregando um único sentimento em troca.


Deserts on the move - Europe - (Ingo Herbst, Alemanha, 50 min)
Sinopse > A maioria dos livros escolares continua a afirmar que a Europa não tem desertos. Estão desactualizados. Portugal, Espanha, Itália e Grécia são quatro países da UE tão afectados que aderiram já à Convenção das Nações Unidas para o combate à desertificação. Mas o problema não está limitado a estes quatro países. Bulgária, Hungria, Moldávia, Roménia e a Rússia também deram sinais de desertificação – e na Ucrânia 41% das terras agrícolas estão em risco de erosão. Em 2000, as Nações Unidas publicaram um relatório em que se declarava “as primeiras fases de séria degradação da terra estão a ser assinaladas em várias partes da Europa e 150 milhões de hectares estão em alto risco de erosão. A deterioração atingiu um nível crítico nos países do Mediterrâneo.”

Ribbon of Sand (John Grabowska, USA, 26 min)
Sinopse> Uma exaltação e uma elegia, Ribbon of Sand retrata uma fuga no Atlântico e nos Outer Banks da Carolina do Norte, ilhas destinadas a desaparecer.

The Great Adventure (Francisco Manso (Portugal, 2008, 52 min)
Sinopse > Nos dias de hoje, a pesca do bacalhau é, acima de tudo, um objecto cultural e memorial. Tema forte e muito expressivo de um certo imaginário português, sugere uma abordagem estética e exaltante, mas sobretudo didáctica e plural. Uma abordagem documental capaz de ser apreciada pelas gerações mais jovens de portugueses, pelas comunidades marítimas e emigrantes e por todo um público estrangeiro interessado nas grandes narrativas da vida marítima.
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Nós por cá

_A Campo Aberto [link] iniciou um movimento de defesa do Choupal de Coimbra, chamado Plataforma do Choupal. Em causa está a construção de um viaduto através do choupal. As bases da argumentação contra esta obra estão explícitas no site da Plataforma: www.plataformadochoupal.org - e extremamente bem explícitas, diga-se de passagem. Uma óptima ideia para que movimentos organizados de cidadãos informados não sejam confundidos com massas de ambientalistas reaccionários. Podemos colaborar assinando a petição dirigida pela Plataforma à Assembleia da República, pedindo a reconsideração do processo e levantando questões muito pertinentes em relação à aprovação da construção do dito monolito de cimento [link].





_O Grupo Flamingo [link] também continua a bater-se pelo Sapal de Corroios, que tem sido destruído em nome da exploração piscícola. Os vídeos da transformação do Sapal estão disponíveis no site do Grupo Flamingo e falam por si. Está disponível um abaixo assinado exigindo à Câmara Municipal do Seixal que intervenha activamente na protecção e recuperação do Sapal de Corroios, conforme expresso em vários boletins municipais e nunca cumprido [link].


_Na sequência do Encontro "Mais economia solidária - Redes de Trocas, Mercados Solidários, Bancos do Tempo, e Moeda Local …que diferença fazem?", realizado na Escola Superior de Educação de Coimbra a 24 de Janeiro de 2009 nasceu a Rede Economia Solidária e Sustentável em Portugal [link]. Um grupo interessado em discutir estratégias para a autosuficiência (económica, emocional, etc.) e o fortalecimento de laços dentro das comunidades destas.


_Numa linha de pensamento parecida, vale sempre a pena chamar a atenção para os grupos Freecycle Portugal [link] - vale trocar, pedir e oferecer, mas nunca vender.

_ A área de cultivo de milho transgénico em Portugal aumentou 15,6% de 2007 para 2008 [link: Fábrica de Conteúdos]. Estes dados vêm a público passados 4 anos sobre um estudo divulgado na Bioscience [link] onde se demonstra que variedades convencionais de milho produzidas em regime de agricultura biológica rendem 26-34% mais que em convencional, enquanto toda a tecnologia e desiquilíbrio social e ambiental causado pelo milho transgénico resistente à seca só rende mais 6-10% [fonte: Monsanto]. Quanto a isto, a Grains Research & Development Corporation australiana afirma, em relação aos cereais transgénicos resistentes à seca, que «The most notable and problematic is the tendency of drought-tolerant GM lines to not perform as well under favourable conditions. (...) The flaw is a profound one. It amounts to shifting the yield losses experienced in dry seasons onto the good years. [link]». O óptimo é inimigo do bom...


Ainda a propósito, sobre a regulamentação que permite a comunidades agrícolas protegerem-se e declararem-se Zonas Livres de Transgénicos, Luísa Schmidt escreve claramente no Expresso: «A portaria que, em princípio, viria regular as zonas livres; na prática veio bloqueá-las. Era mais rápido dizer que são proibidas!» [link artigo "A árvore das patacas somos nós!"]


_Para contrariar a tendência, aproveitem para se inscrever na rede Colher para Semear [link] e adquirir ou trocar sementes de variedades portuguesas, adaptadas às condições locais :)...ler tudo>>

A Quercus sobre o Dia Nacional da Conservação da Natureza, 28 de Julho: [link]

Os países integrantes da Convention on Biological Diversity (de onde saiu a ideia do Target 2010) elaboram relatórios (que deviam ser anuais) sobre os programas nacionais de conservação em curso e os resultados destes. Estes relatórios servem para avaliar as políticas de conservação da biodiversidade nestes países e também para poder servir de base a outros como fonte de informação sobre modelos de conservação, casos de sucesso e erros a evitar. (Não confundir com os valores de conservação da biodiversidade - o relatório refere-se exclusivamente às políticas em curso.)

Os relatórios portugueses elaborados para a CBD podem ser encontrados na respectiva página (http://www.cbd.int/countries/?country=pt), mas gostava de chamar a atenção para o relatório mais recente, o 3º, onde se pode verificar o estado dos programas de conservação em Portugal (à data de entrega do relatório). Deixo à vossa apreciação:

http://www.cbd.int/doc/world/pt/pt-nr-03-en.pdf

Qualquer crítica, positiva ou negativa, à maneira como o Portugal ambientalista, incluindo ONGs, instituições governamentais e cidadãos em particular, tem lidado com a conservação da diversidade biológica deve ser, na minha opinião, feita com base nos dados apresentados neste relatório. Incluindo qualquer contestação ao que é declarado no mesmo. Simplesmente porque que é o documento oficial e portanto o único que poderá ter valor como referência.

Da mesma maneira, é preferível que qualquer acção de conservação tenha por base a informação dada no referido relatório, nomeadamente as lacunas apontadas neste. Espero que esta informação ajude as ONGs ligadas ao ambiente no estabelecimento de objectivos e iniciativas de conservação.
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biqueirada no milho, pardon, dans le mäis


48 "ceifeiros voluntários" (aqueles que dão cabo dos campos de OGM em França) foram absolvidos em Tribunal. Antes de transcrever a notícia, gostava de clarificar a minha posição sobre o assunto:)

Apesar de não concordar que a destruição de campos de transgénicos seja a maneira correcta de acabar com a falácia que estes representam, compreendo que haja quem esteja pelos cabelos com a corrupção e a impotência para lidar com este problema pela via legal, e tenha que descarregar sobre os mesmos (melhor do que sobre os donos!).

Está aberto um precendente. Na minha opinião, ainda bem, para que quando por cá uns míudos (ou uns graúdos!) resolverem dar umas biqueirados no milho, as pessoas pensem mais no *porquê* e menos no *quem*. Já que na única vez que isto aconteceu em Portugal, a onda de criticismo mediático sobre os *quem* foi descaradamente uma maneira de desviar as atenções do *porquê*.

À atenção os seguintes excertos, que mostram a atenção dada pelos juízes à motivação dos "ceifeiros voluntários":
- «ce jugement reconnaît la légitimité de l'action de désobéissance civile des faucheurs»
- «Pour caractériser le danger imminent que représentait la parcelle de maïs GM, les juges se sont appuyés, de manière plutôt inhabituelle, sur des notions scientifiques»
- «Le juge conclut que ces éléments constituent un danger pour "le libre choix des agriculteurs et des consommateurs entre différents types d'exploitations agricoles"»

Segue a notícia:

fonte: http://www.infogm.org

---- Relaxe des 58 faucheurs de Pointville: un jugement fort! ----

par Anne Furet

Le 5 juin, le tribunal correctionnel de Chartres a relaxé 58 faucheurs. Après le jugement d'Orléans de 2004, il s'agit du deuxième jugement dans ce sens dans l'histoire des Faucheurs volontaires. En août 2007, à Pointville, 58 personnes ont détruit un essai de maïs GM en plein champ, de Monsanto. Comme en 2004, le Tribunal a justifié la relaxe par l'état de nécessité, qui constitue en droit pénal, un fait justificatif d'infraction. La caractérisation de cet état de nécessité est conditionnée par l'existence d'un danger actuel et imminent, et par la proportionnalité entre la gravité de la menace et les moyens mis en oeuvre pour la prévenir._ Très largement motivé (une vingtaine de pages de motivation), ce jugement reconnaît la légitimité de l'action de désobéissance civile des faucheurs, en usant de justifications sévères à l'encontre de Monsanto._ Pour caractériser le danger imminent que représentait la parcelle de maïs GM, les juges se sont appuyés, de manière plutôt inhabituelle, sur des notions scientifiques. La motivation repose en effet en grande partie sur l'avis de janvier 2008 du comité de préfiguration de la Haute autorité sur le MON810 (1) : la "réelle dissémination des pollens de maïs sur des distances de plusieurs kilomètres" , "la diffusion incontrôlée des gènes modifiés dans l'environnement" et "irréversible", la proximité de huit ruches par rapport à l'essai, la "possibilité d'effets toxiques avérés à long terme sur les lombrics", "l'identification de résistance sur certains ravageurs cibles"... Le juge conclut que ces éléments constituent un danger pour "le libre choix des agriculteurs et des consommateurs entre différents types d'exploitations agricoles", et ce d'autant plus que ces derniers ne peuvent prétendre à aucune assurance en cas de contamination. Le juge ajoute au passage "il ne peut plus être omis que l'action de "désobéissance civile" a contribué à la prise en compte de cette question des OGM dans le cadre du Grenelle de l'environnement"._ Sur la nécessité de l'action et sa proportionnalité, le juge souligne que l'autorisation d'essai a été délivrée sur la base d'une directive mal transposée, et que "Monsanto a porté directement atteinte au droit de propriété des autres paysans sur leurs productions et plus largement au droit de tout citoyen à un environnement sain". Dans ces circonstances, le fauchage d'une parcelle n'a que des "conséquences limitées au regard du principe de précaution et de la nécessaire protection de l'environnement reconnue constitutionnellement"._D'autre part, et à remarquer car il s'agit là d'une première, le tribunal ne contraint pas les faucheurs à payer les dommages et intérêts subis par Monsanto... car Monsanto se trouve être "le responsable du danger qui a permis de caractériser l'état de nécessité"..._Poursuivi également pour refus de se soumettre au prélèvement ADN, l'ensemble des prévenus a été relaxé._Le Parquet et Monsanto ont d'ores et déjà fait appel.


1, cf. Inf'OGM Actu n°6, janvier 2008, http://www.infogm.org/spip.php?article3358_
2, Demandez l'intégralité du jugement à infogm@infogm.org
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hora de bater nos ambientalistas

O Target 2010 que muito tem sido falado por aí pode resumir-se a tentar parar o declínio da biodiversidade até 2010 (meta definida na Convenção sobre Biodiversidade). Os estados membros fazem relatórios anuais sobre o estado da bioconservação na "própria casa", porque sem uma aferição frequente do estado da coisa não conseguimos organizar-nos, já que as espécies não conhecem fronteiras. Nós também fazemos, e o nosso relatório é, como Deus manda, elaborado pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade [link] e submetido à Convenção para a Diversidade Biológica [pode ser visto aqui: link]

O relatório (já vamos no 3º!) é extenso e consiste num formulário que é preenchido pelas entidades representativas dos estados membros. Assim ninguém ganha por ter uma capa de plástico ou um tipo de letra mais bonito.

No relatório português encontramos o seguinte (vou só tirar uns exemplos senão não saímos daqui):

Target 3) Development of models with protocols for plant conservation and sustainable use, based on research and practical experience. Has your country incorporated the above global or national target into relevant plans, programmes and strategies?
a) Yes
b) No
X

(Qual investigação e experiência prática? Tá parvo? Não temos dinheiro para pagar a essa gente!)

Target 5) Protection of 50% of the most important areas for plant diversity assured. Has your country incorporated the above global or national target into relevant plans, programmes and strategies?
a) Yes
b) No
X

(Mas estamos a pensar nisso porque o pessoal gosta de ir à caça...ai disseram plantas? Então esqueçam lá isso...)

Target 8) 60% of threatened plant species in accessible Ex-situ collections, preferably in the country of origin, and 10 % of them included in recovery and restoration programmes. Has your country incorporated the above global or national target into relevant plans, programmes and strategies?
a) Yes
b) No X

(Não queriam mais nada, andarmos de rabo para o ar a apanhar sementes?)

Target 10) Management plans in place for at least 100 major alien species that threaten plants, plant communities and associated habitats and ecosystems.
I) Has your country established national target corresponding to the above global target?
a) Yes
b) No X

(Gostamos muito das invasoras, especialmente o eucalipto que cresce rápido e vende bem.)

Target 12) 30% of plant-based products derived from sources that are
sustainably managed
. Has your country established national target corresponding to the above global target?
a) Yes
b) No X

(O produto baseado em plantas que mais se consome por cá é o bife de alcatra, e as vacas até agora têm sempre dado mais vacas, tudo OK.)

Target 13) The decline of plant resources, and associated indigenous and local knowledge, innovations and practices that support sustainable livelihoods, local food security and health care, halted. Has your country incorporated the above global or national target into relevant plans, programmes and strategies?
a) Yes
b) No X

(Temos importado pessoal de Àfrica, do Brasil e dos países ex-URSS para mantermos o nível de indígena de desenvolvimento, serve?)
Ironicamente, aparecem 4 lindas referências à conservação que tem sido levada a cabo, com muito mérito e pouco dinheiro, pelo Banco Português de Germoplasma Vegetal, que persiste graças ao interesse (não remunerado) das pessoas que o mantêm, apesar de ainda ninguém lhes ter dado autonomia para terem um site com uma base de dados aberta ao público.

Força Portugal!
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brevemente, num campo perto de si


Notícia acabada de chegar ao e-mail, via Público Online: «A "Plataforma Transgénicos Fora" [PTF] criticou hoje que o Ministério do Ambiente tenha autorizado a realização de ensaios experimentais com milho geneticamente modificado (dos tipos 98140 e GA21) solicitados pelas empresas Pioneer e Syngenta para Monforte e Ferreira do Alentejo.» Continua aqui: [link]

Aparentemente, tudo dentro do normal: a PTF iria obviamente opôr-se a estes ensaios. O busílis da questão é que eu e qualquer cidadão comum só sabe destes ensaios porque a Plataforma Transgénicos Fora emitiu um comunicado de imprensa!

Ou seja, se ninguém se queixasse...
podíamos ter um campo de milho transgénico a ser testado no nosso quintal sem sabermos.

TESTADO. Significa que ainda não foi aprovado para consumo, não se sabe se o seu pólen vai matar algum elo importante da cadeia alimentar de alguma coisa com patas (incluindo nós), não se sabe se as populações próximas vão ter crises de espirros e inchar como já aconteceu com outros tipos de milho transgénico [link], e o teste para a segurança relativa à sua libertação no ambiente, paradoxalmente, inclui libertá-lo. Do género: cheira aqui um bocadinho de gás do fogão. Não te sentes mal? Tonturas, desmaios, os teus glóbulos vermelhos não morreram em massa? OK então podemos encher o quarto com isto.

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PS: [Não me entendam mal: eu não sou CONTRA os transgénicos. Não me ponham no saco dos ambientalistas que querem atar os pés e as mãos à ciência porque leram muita ficção. Eu também faço parte da comunidade científica e trabalho, com muito gosto, em biotecnologia. Sou contra a criação de vegetais e animais transgénicos para alimentação porque são completamente desnecessários ao nosso mundo e o que gastam a serem inventados, testados e produzidos dava para regar o Darfur até lá crescerem tulipas! Tal como sou contra fazerem-me o ninho atrás da orelha e aprovarem coisas relativamente a transgénicos sem informarem o povinho! Estess lindos OGM só servem para encher os bolsos a quem os produz e são uma vergonha para a comunidade científica, são usados por técnicos incompetentes para publicar artigos científicos e aumentar o seu currículo. Porque criar um transgénico é uma receita simples que se faz nas aulas práticas no 2º ou 3º ano da licenciatura em Biologia só para vermos que resulta. E hoje em dia para se publicar um artigo basta o raciocínio "deixa lá ver, já alguém se lembrou de pôr um gene de cenoura numa gaivota?". Por isso essas pessoas nem sequer merecem que lhes chamem cientistas. ]


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