Agricultura familiar em Portugal
colocado por Rita às 8:09 p.m. categorias: agricultura, ambiente, comunidades 0 comentários
Eco-geek: laptop de bambu
colocado por Rita às 8:59 p.m. categorias: eco-geek 4 comentários
eco-campanhas
colocado por Rita às 7:28 p.m. 1 comentários
EcoGeek - Climate Time Machine
Já agora, vale a pena visitar também o site da NASA dedicado ao aquecimento global: [link], onde podem ler sobre as suas causas, as consequências e conhecer o estado geral de vários indicadores em tempo real, nomeadamente. No dia em que visitei o site pela 1ª vez, a estatística era:
- A calota polar do Àrtico diminuiu 38% desde 1979;
- A concentração de CO2 na atmosfera é de 384 partes por milhão, e é a mais alta dos últimos 650 000 de anos;
- A temperatura global aumentou 1,3 (Farenheit) desde 1895;
Além de terapia de choque, o site também fornece um conjunto de links para os grupos científicos que se dedicam a estudar cada um dos indicadores e a desenvolver modelos que permitam previsões sobre o clima em geral e o aquecimento global em particular mais próximas da realidade.
(O que é óptimo, se tivermos em conta a quantidade de desinformação que para aí anda e a falta de comunicação entre o público e a comunidade científica, ao menos o pessoal desses grupos já não vai ter problemas quando tentar explicar à família e aos amigos o que é que fazem...)
colocado por Rita às 7:58 p.m. categorias: aquecimento global, eco-geek, sites 0 comentários
eco-sites
É um site chamado ACME Climate Action [link], tem o aspecto de um jornal do início do século XX e o objectivo de «equipar o mundo para salvar o planeta». Inclui secções informativas (News), dicas sobre como levar uma vida mais ecológica (Acme&You, At Home, Work, Living, Travel), material e ideias para campanhas ambientais (Campaign) e uma descarada secção chamada AcmeWatch onde estão expostos os grandes vilões ambientais da actualidade, sujeitos ao voto dos visitantes.
Também é um excelente ponto de partida para eco-blogs em língua inglesa. E aproveitem para fazer o ponto da vossa performance ambiental e rever as vossas prioridades:
Por último, como o terror é sempre um bom motivador para uma vida mais ecológica, o site apresenta diariamente um facto horripilante ligado à degradação do ambiente. Muito mais giro para reencaminhar aos amigos do que emails em cadeia. Aqui fica o de hoje:
colocado por Rita às 7:36 a.m. categorias: eco-dicas, eco-sites 3 comentários
Top Poluição 2007
«Em algumas vilas, a esperança de vida aproxima-se do nível medieval, e as malformações de nascença são uma norma, não a excepção.[...] Noutras, a taxa de asma nas crianças é acima dos 90% e o retardamento mental é endémico.»
Tailândia [foto: BI]_Antigas minas feitas um bocadinho ao lado do que mandam as normas, áreas industriais dedicadas à produção de químicos em massa, pontos críticos da revolução industrial... muitos dos sítios mais poluídos do planeta encontram-se na China e na Rússia, conhecidas também por políticas pouco simpáticas no que diz respeito aos direitos humanos.
República Dominicana [foto: BI]_O relatório de 2007 está disponível aqui: [link], bem como relatórios de anos anteriores. Vale a pena explorar o site do Blacksmith Institute, que inclui "manuais de sobrevivência" para a gestão dos locais poluídos e descrições do que levou à destruição ambiental dos ditos. O que é útil para o caso de se estar a passar algo do género no nosso quintal. E acreditem que depois de passar os olhos pelo catálogo, ficamos muito mais apegados ao nosso Portugalzinho;)...ler tudo>>
colocado por Rita às 10:18 a.m. categorias: ambiente, contaminação, poluição 1 comentários
feliz como as formigas
_Mas quais são as consequências sociais, económicas e ambientais de cada uma destas opções? Num tempo em que escolhemos não conhecer as pessoas que vivem literalmente paredes meias connosco, em que a família directa é o nosso refúgio e o apartamento é nosso bunker contra aqueles que são inimigos pelo simples facto de serem desconhecidos - qual é o preço que estamos a pagar a todos os níveis por essa escolha?
_Como alguém que cresceu entre os compartimentos estanques de uma cidade e uma aldeia transmontana onde a família dos que se cruzam connosco quase se adivinha pelas feições, eu escolho viver em pequenas comunidades e/ou casas partilhadas sempre que o trabalho mo permite. E afinal, parece que podem existir comunidades fortes, mesmo nas cidades aparentemente descaracterizadas. E que isso é vantajoso do ponto de vista emocional, económico, ecológico... Deixo-vos o artigo abaixo:)
Living simply provides economic shelter
MARTHA IRVINE
Friday, August 8, 2008
CHICAGO (AP) -- Keri Rainsberger isn't rich. She works in the nonprofit world for a relatively low-profit salary. Yet, as many Americans are scrimping for every penny, she hardly feels the pinch.
She still tithes 10 percent of her income to her church, even as other members have cut back. She rarely worries about rising gas and food prices. And she never bothers to balance her checkbook, because she doesn't come close to spending what she has.
"I live so far below my means that it doesn't really register," says Rainsberger, a 31-year-old Chicagoan with a wiry frame and unusually sunny outlook. "I don't have to think about money."
How is this possible?
For starters, she has no car and commutes by bicycle each workday. She also has no mortgage payment and chooses to live in an "intentional community," a partly shared space where $775 a month covers everything from utilities to meals.
"In one fell swoop, I pay for the roof over my head, the food in my stomach and the lights to read by. That's a big advantage," says Rainsberger, whose high-rise living space is part of the residential program at the Keystone Ecological Urban Center in Chicago's Uptown neighborhood. Her private quarters -- larger and a bit more expensive than some -- are about 400 square feet, divided into a sitting room, a
craft room and a small bedroom. She shares bathrooms, showers, a kitchen and a large dining room with 28 other residents whose ranks include young professionals, professors and retirees.
"It's like a college dormitory, but with better conversation," she often jokes.
Of course, the concept of sharing resources has been around since the beginning of time and is used today from Amish farms to the Israeli kibbutz. For low-income families, it's often simply a matter of survival.
But those who track consumer habits say a growing need to cut costs, along with a wish to be more environmentally and spiritually conscious, is causing even more people to pool their resources, whether defined as an intentional community or not.
"The economy starts to tank. People get tired of it," says Daniel Howard, an expert in consumer research and behavior at the Cox School of Business at Southern Methodist University. "It's people saying, 'Let's get together and help one another.' And it works."
Few may have the desire or even the ability to live the Spartan lifestyle that Rainsberger learned from her Depression-era grandmother. Not everyone is willing to bicycle, for instance, in the stifling mugginess of a Chicago summer or the cold, blustery winds that sweep off Lake Michigan in winter.
But those who advocate a simpler, less consumer-driven life say there are lessons in the strategies she and other intentional communities use.
By buying their food in bulk, for instance, Rainsberger and her neighbors spend $100 to $150 per person each month for meals. (Consider that the U.S. Department of Agriculture "thrifty plan" for a single person is $200 a month.)
Some residents who own cars also share them, drastically cutting overall vehicle expenses.
While this particular intentional community has no children, similar communities trade childcare or keep costs low enough so more parents can stay home or work part-time.
The Fellowship for Intentional Community, a Missouri-based nonprofit that began a steadily growing directory of such communities in 1990, estimates that at least 100,000 Americans now live in one. They define them as groups of people living together who share common values that are religious, economic, environmental, social or any combination of those. Sometimes they own property; others rent. About a third live in urban areas, while the remainder are rural.
Laird Schaub, the Fellowship's executive secretary, says he has no proof that the growth in numbers they've seen is tied to the economy. But he has little doubt that intentional communities are better equipped to weather hard times.
"We're pretty isolated from the ups and downs of the regular economy," says Schaub, who has lived at the Sandhill Farm intentional community in Rutledge, Mo., for 34 years. The farms' 10 residents grow most of their own food and sell organic produce to the surrounding community. Some have other jobs and all share their income with the group, as do about 13 percent of the intentional communities in the Fellowship's
directory.
"You don't have to chase as many dollars to have a quality of life," Schaub says.
And that is freeing in other ways, says Duane Elgin, an environmental activist in California who focuses on simplicity.
"It isn't just cutting back on things. It's about people not needing so many things and putting more attention into their personal interests and their family and friends, being creative, being of service," says Elgin, author of the book "Voluntary Simplicity," a concept he began fostering 30 years ago. "As a result, they are richer individuals."
Lela Philbrook, a 23-year-old singer who lives in Rainsberger's intentional community, has found that to be true. She saves so much money living there that she's able to pay for voice lessons, which cost more each month than her room and board.
"That's huge," Philbrook says. She lives down the hall from her grandmother, a longtime member of the community whose room is a frequent gathering place because she has an air conditioner and wireless Internet access.
Residents also regularly congregate to play games, do puzzles and watch old episodes of "Alias" or "Veronica Mars."
Rainsberger, whose closest family is in Ohio, savors the camaraderie.
"For me, to be able to walk out my door and have everybody in the hall know me, that's a really great experience," she says. "And if anything happens to me, I know there's somebody next door who'll take care of
me."
Certainly, there are times she's had her fill of community and the inevitable difficulties that arise with any group.
"Then," she says, laughing, "you go to your room, shut the door and don't come out."
fonte: http://climate.weather.com/articles/resourcesharing080508.html
colocado por Rita às 11:10 a.m. categorias: comportamento, comunidades, consumismo 2 comentários
Carbon Credit Air Race
Quantas acácias terá que plantar 1 piloto da Red Bull Air Race para equilibrar a sua pegada ecológica, tendo em conta que há corridas anuais em Abu Dhabi, San Diego, Detroit, Roterdão, Londres, Budapeste, Porto e Perth, se contarmos só as deslocações das pessoas entre estas cidades, não incluindo as piruetas e o transporte dos aviões?
Também posso saltar por cima dos cálculos de créditos de carbono e ir directa ao site da Tree Nation [link], onde posso escolher desde a plantação de uma Acácia (8 €) até a de uma Adansonia digitata (75€). Ou encomendar directamente uma mata de Acácias por 250€. O local da plantação depende da espécie escolhida e das necessidades de reflorestação.
Se quiser actuar mais perto, posso-me juntar à iniciativa da PurePortugal Lda e doar 10 €, ajudando a garantir que será feita uma doação de 500 € pela empresa, destinada à plantação de àrvores em Portugal [link]:
Se me apetecer fazer menos ainda, posso, pelo menos, abster-me de assistir à Red Bull Air Race e em vez disso passar o dia 7 de Setembro na Casa da Horta [link], onde vai haver uma corrida de aviões de papel reciclado:Mas fico a pensar... até que ponto compensa andarmos a compensar as emissões de CO2 indispensáveis a uma vida funcional se num único dia algumas alminhas conseguem emitir mais carbono do que uma pessoa poderia compensar numa vida inteira a plantar estacas?...ler tudo>>
colocado por Rita às 9:09 p.m. categorias: pegada ecológica 4 comentários
resumo das férias
De resto, nós por cá tudo bem. A ilha continua no sítio, mais grau menos grau...
colocado por Rita às 4:36 p.m. categorias: ambiente 2 comentários
FÉRIAS!!!

colocado por Rita às 5:25 p.m. categorias: férias 3 comentários


sábados biológicos na Caparica